Domingo, 22 de Janeiro de 2012
Malveira/Arruda/Sobral - 19-01-2012

     Nova volta com partida e chegada na Malveira, mas bastante diferente da anterior. É que se na semana passada a dificuldade derivava mais da distância, sendo o percurso mais para o rolante, desta vez, embora o percurso fosse mais curto, era duríssimo. O sobe e desce era constante, sendo frequentes as rampas com grande inclinação, algumas delas com pisos bem pastosos e escorregadios. A juntar a isso e estando nós numa região ainda com bastante agricultura, apanhámos várias zonas com o piso em muito mau estado, devido à passagem de tratores e outros veículos agricolas em zonas com água.

     Apesar das dificuldades, estava quase tudo ciclável (havendo pernas), sendo este percurso bastante bonito e variado. Subidas, descidas, estradões, singles, zonas de vegetação cerrada, zonas mais abertas, pisos secos, grandes lamaçais, apanhámos um pouco de tudo, numa alternância constante e, por vezes, inesperada.

     Outro atrativo desta volta é o fato de se desenrolar maioritariamente em campo e áreas agicolas. Tirando a Malveira, todas as povoações pelas quais passamos são de pequeno porte e pacatas, pedalando quase sempre em zonas isoladas. Acabamos mesmo por não passar na Arruda nem no Sobral, mas apenas nos seus arredores.

     Terminámos com um registo de 75 Km bem durinhos. O acumulado de subidas ultrapassou ligeiramente os 2000 m.

 

Primeiras pedaladas em terra, após a Venda do Pinheiro.

 

 

Arranja-me aí uma braçadeira ou passas o resto da volta a apanhar o meu GPS.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Louriceira. Sociedade Recreativa Louricense.

 

 

 

 

 

 

 

Arruda dos Vinhos.

 

O single bem escorregadio que nos conduziu até Pé do Monte.

 

Gusto sobe após Pontes de Monfalim.

 

Uso alternativo para o suporte do GPS.

 

Montejunto. Fica para a próxima.

 

 

Capela de Nossa Srª dos Milagres, perto de Folgorosa.

 

PM, JC e Gusto. 

 

Vista a partir da capela.

 

 

 

 

 

 

 

 

Passagem sob a Linha do Oeste junto a Dois Portos.

 

 

JC subindo para a Ribaldeira.

 

 

Limpezas no caminho enlameado e peganhento que sobe da Ribaldeira para a Portela do Bispo.

 

Esta subida foi um osso duro de roer. Primeiro a lama...

 

...depois a inclinação.

 

 

Passagem sob a A8 junto à Serra do Socorro.

 

Subir a Serra do Socorro custa menos que fazer estas rampas.

 

Final da dificílima subida, após São Sebastião e que nos conduz...

 

...ao Forte Grande da Enxara dos Cavaleiros.

 

 

Subidas com pisos escorregadios e demasiada potência nas pernas...

 

...nem sempre se dão bem.

 

 

 

Após Vila Franca do Rosário.

 

Passagem sob a A21. Terrenos muito agrestes antes da Malveira.

 

Contraste entre a bela sapatilha branca do JC e os restos da limpeza dos sapatos do Gusto.

 

     PM



publicado por pedramarela às 17:41
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012
Malveira/Santa Cruz - 13-01-2012

     Mais uma jornada de BTT à moda antiga, com 120 km e cerca de 2000 m de acumulado de subidas, feitos quase de sol a sol.

     Volta circular, com partida e chegada na Malveira e passagem pela praia de Santa Cruz.

     Pena que alguns atrasos e os dias mais curtos do Inverno tenham obrigado a alterar o final e a terminar por estrada. Cada vez me convenço mais que estes tracks gps deviam ter prazo de validade. Evitava-se assim o aparecimento de obras, lagoas, casas, vedações e mato cerrado, onde deviam estar belos e desimpedidos caminhos. É caso para perguntar, onde é que anda a ASAE?

     Participaram nesta aventura os Pedras PM, JC e Gusto, aos quais se juntou o convidado Carlos Parente. De realçar a atitude do Carlos que, apesar de pouco habituado a estas distâncias e do belo empeno a que foi sujeito, se portou à altura. Um exemplo para muitos marmanjos que por aí andam.

 

Início inspirador na Malveira.

 

Os belos trilhos junto a Jeromelo.

 

 

 

Serra do Socorro no horizonte.

 

As Linhas de Torres sempre presentes. Forte Grande da Enxara dos Cavaleiros.

 

Povoação de S. Sebastião no sopé da Serra do Socorro.

 

 

 

 

 

Início do lindíssimo trilho, já perto de Torres Vedras, que segue ao longo da linha do comboio ...

 

... e nos leva até ao "Estabelecimento Balnear e Hydrotherapico dos Cucos".

 

 

 

Estufas de morangos a perder de vista.

 

 

 

 

Subida antes de Maceira.

 

Após Maceira, já perto das falésias e do mar.

 

 

 

Carlos Parente, JC, Gusto e PM, na praia de Porto Novo (onde se deu o desembarque das tropas britânicas que viriam a combater na batalha do Vimeiro).

 

Foz do Rio Alcabrichel.

 

 

 

Praia de Santa Rita

 

 

 

 

 

 

Santa Cruz.

 

Ribeira de Pedrulhos.

 

A difícil subida da Ribeira de Pedrulhos para Casais da Cruz.

 

Único abastecimento do dia.

 

Descontraindo as pernas.

 

Corrente partida na bike do Carlos.

 

Descida em calçada perto de Varatojo.

 

 

 

 

Raios partam o track.

 

 

Caminho cortado por uma casa nova e respetiva vedação ...

 

... a obrigar a andar para a frente e para trás durante um bom bocado. 

 

A partir daqui, após Torres Vedras, o cair da noite obrigou-nos a voltar por estrada.

 

PM



publicado por pedramarela às 21:45
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Colagem de Tracks - 11-01-2012

     Para esta volta, que contou com a visita do Zé Pereira, o Jorge propôs seguirmos uma colagem de tracks. Assim, começariamos por seguir em direcção a Cheleiros (via Carregueira), para depois apanharmos o track da maratona de Sintra até aos Capuchos, e regressar a casa pela Atrozela, seguindo o track da nossa volta das subidas de Sintra.

     A primeira parte foi cumprida rigorosamente até cheleiros, de onde seguimos até ao Carvalhal. Daqui ligámos até são João das Lampas e à praia da Aguda. Infelizmente os meus afazeres profissionais obrigaram-nos a abreviar a volta, não fazendo a difícil subida da serra de Sintra (Colares / Almoçageme / Ulgueira / Capuchos), atalhando antes por estrada, via Cabriz / Sacotes / Algueirão / Tala.

     Se tivéssemos feito tudo, tinha sido quase uma volta ao concelho de Sintra a partir de casa. Ainda assim, ficámo-nos por uns simpáticos 82 km, feitos em bom ritmo.

 

Serra de Sintra vista da Serra da Carregueira.

 

Passagem junto ao estabelecimento prisional da Carregueira.

 

Vista a partir do Moinho Novo da Mata.

 

Casal dos Gosmos.

 

Largo da Praça, em Cheleiros. Paragem rápida num café/mercearia à moda antiga.

 

Subida da escorregadia calçada do Carvalhal.

 

 

Aqui é Alto da Costa

Com Vista Não Igual

No Fundo Rio Lizandro

Na Encosta é

Carvalhal

 

     PM



publicado por pedramarela às 01:00
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012
08 de Janeiro de 2012

08-01-2012 - Jepas descendo para Albogas, em mais uma voltinha na zona saloia.

 

PM



publicado por pedramarela às 13:34
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Domingo, 4 de Dezembro de 2011
Montemuro, 4 de Dezembro de 2011

 

     Mais uma voltinha maioritariamente em estrada, feita desta vez na companhia do Miguel Antunes e que teve como principal atração a subida ao alto de Montemuro.

     Estas voltas de estrada, como já referi anteriormente, têm a grande virtude de permitirem chegar mais rapidamente a determinadas zonas, aumentando assim o nosso raio de ação e permitindo-nos pedalar em locais onde normalmente não chegaríamos se utilizássemos exclusivamente caminhos fora de estrada. Permitem também evitar os lamaçais de inverno, embora não tenha sido esse o objectivo.

     Já na sexta passada, quando os meus queridos colegas de pedalada me deixaram a pedalar sozinho, tinha feito uma volta de estrada cujo ponto alto foi, seguindo o belíssimo vale que segue de Cheleiros até ao Carvalhal, subir a partir desta última localidade até Igreja-a-Nova, subida essa que foi uma estreia para mim.

     Desta vez decidi voltar ao Montemuro, zona muito interessante à qual raramente nos deslocamos. Mais uma vez com dificuldade em ter quórum, apenas consegui convencer o Miguel Antunes a acompanhar-me.

     A parte inicial da volta foi feita por estrada até à Morelena, de onde ligámos para Anços, com passagem pelo Casal das Vivas e pelo Casal dos Gosmos. A ligação a Cheleiros fez-se pelo estradão que vem da Ribeira dos Tostões.

     Após subirmos ao Penedo do Lexim, descemos pela Arrifana e por Alcainça, contornámos o monte Funchal e subimos até à Avessada. Daqui seguimos até às Galés, Santo Estevão das Galés e Rogel. A maioria destas estradas são bastante  secundárias, com pouquíssimo trânsito e têm um percurso sinuoso muito bonito e interessante.

     Feita a subida ao alto de Montemuro, um dos pontos mais altos do concelho de Mafra (428 metros) e de onde se tem uma magnífica vista, fartámo-nos de descer, com passagem pela Choutaria, até ao Bocal, já perto da Ponte de Lousa. Seguiu-se nova subidona, desta vez até Santa Eulália, passando pelo Vale do Inferno e por Monfirre.

MA na subida para o alto de Montemuro, com o monte Funchal ao fundo

 

Vista do Montemuro para a serra de Sintra

 

Vista na direção da serra de Monfirre

 

 

Portal da Igreja de Santa Eulália, edificada em 1466.

 

     Caso curioso e do qual só hoje tive conhecimento, é que a pequena aldeia de Santa Eulália, pela qual passamos frequentemente nas nossas deambulações ciclistas, pertence simultaneamente a duas freguesias e a dois concelhos (Almargem do Bispo/Sintra e Santo Estevão das Galés/Mafra).

     Regresso por Almargem, Aruil, Dona Maria, Carenque e Queluz.

     Mais uma bela manhã a pedalar, na qual o Miguel deve ter feito quase cem quilómetros.

 

     PM



publicado por pedramarela às 18:26
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Domingo, 27 de Novembro de 2011
Broas, 27/Nov/2011

 

     Após alguns meses de ausência deste blog, uma maquineta fotográfica nova incentivou-me a voltar a escrever o relato de mais uma aventura em btt.

     Já há algum tempo que andava com vontade de voltar à mítica “aldeia fantasma” de Broas, situada no alto dum monte com vista para Cheleiros e perto de Almorquim. Assim, após um fim-de-semana em Penha Garcia com muita água e após uma volta ao concelho de Sintra com muita dureza (e também com muita água e lama), decidi então fazer uma volta mais calma com passagem por Broas.

     Com partida de Tercena, acompanharam-me o Miguel Romão e o Gusto. Era para se ter juntado a nós também o Pedro Ferreira mas uma estranha (e pouco habitual) confusão da sua parte, não o permitiu. Parece que era primeiro para arrancar de sua casa para Sintra, depois já vinha connosco e, segundo consta, de manhã cedo já não sabia o que é que tinha combinado. Sem comentários.

     Mas voltando ao que interessa, partindo de Tercena, seguimos o habitual trajeto pelo Alto de Colaride, Anta de Agualva, Serra da Carregueira, Telhal e Negrais. O belo dia de sol com que fomos brindados não impediu que tivéssemos de passar alguns lamaçais mais resistentes, mas nada que não se fizesse com algum contorcionismo da nossa parte.

Após o Telhal, com a Serra de Olelas em fundo.

 

     Ora foi exatamente numa bela poça de lama que o Miguel foi aterrar, ao passarmos num estradão antes de Negrais. Quando voltámos para trás à sua procura, fomos encontrá-lo todo coberto de lama, após uma aparatosa queda. Bela forma de comemorar os dois anos da sua Ibis Mojo.

     Como não tinha ficado com nenhuma mazela física digna de nota, lá seguimos até Anços, de onde descemos para Cheleiros. Aqui, junto da sua bela ponte romana, o Miguel aproveitou para lavar e desinfetar as feridas com a ajuda do nosso enfermeiro todo o terreno – Gusto.

Maneira original de comemorar o aniversário da sua Mojo (ou será Nojo?).

 

A chamada ponte romana de Cheleiros.

 

Lavagens.

 

 

     Após Cheleiros, subimos por estrada até Almorquim (bela subida) e lá conseguimos dar com o caminho até Broas graças ao trabalho de casa que tinha feito no Google Earth. O lugarejo fica mesmo perdido no alto do monte, com uns acessos manhosos mas com umas vistas magníficas. O dia da semana escolhido é que não foi o melhor para quem gosta de apreciar estas coisas com calma. É que para além de alguns caçadores, primeiro cruzámo-nos com um grupo de jovens que empurravam as suas bikes monte acima. Depois, no centro de Broas, estavam estacionados uns vinte motards. Finalmente, ainda avistámos um grupo de caminheiros. Provavelmente era por ser domingo, ou então as aldeias fantasma já não são o que eram.

Final da subida que passa por Almorquim.

 

Já no caminho para Broas.

 

 

 

 

Broas.

 

Um magnífico sol outonal.

 

 

Calhaus e mais calhaus.

 

     Para voltarmos à civilização escolhemos um caminho que descia em direção a Cheleiros e que foi quase todo feito a pé dada a quantidade de calhaus que o revestiam. Já cá em baixo, para evitar os lamaçais que já tínhamos feito na sexta-feira e que nos levariam ao vale da Cabrela, optámos por fazer a travessia da Ribeira de Cheleiros (que também já tínhamos feito na sexta) com água quase pelas partes baixas.

Travessia da Ribeira de Cheleiros.

 

 

     A coisa, como é habitual por estas paragens, estava muito interessante, mas o almocinho de domingo à espera obrigou a uma retirada estratégica por estrada, passando por Cheleiros (nova subida), Ermida, Morelena, Palmeiros, Sabugo, Serração de Vale de Lobos, Belas, Queluz e Queluz de Baixo.

 

     PM

 



publicado por pedramarela às 22:09
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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
Fim de Semana em Penha Garcia
vídeo realizado pelo Miguel Romão


publicado por pedramarela às 01:12
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Terça-feira, 28 de Junho de 2011
Há lagos e LAGOS há ir e voltar

Há mar e mar, há ir e voltar! Mas também há Lagos e LAGOS, há ir e voltar.

 

Em 2011 tinha em mente fazer uma volta com muitos km's.

O desafio que havia proposto para Maio era ir a Sagres num dia e voltar no dia seguinte.

Como este tipo de volta exige dormida e acessórios extra para carga, ou carro de apoio (que ninguém tinha), optamos por fazer apenas uma volta no Alentejo com 190km, tendo esta volta (Ida e volta Algarve) ficado adiada para 25 Junho, onde o JC poderia também participar e nos disponibilizou "quartel" para pernoitar. O que não estava previsto, era fazer esta volta com uma vaga de calor para este fim de semana com temperaturas na ordem dos 40º

Para transportar a carga o amigo Rui Julio cedeu-me emprestado um "extra-wheel", consiste basicamente num atrelado com 1 roda e alforges agarrados ao eixo através do aperto rápido. O conjunto pesa cerca de 5kg vazio, levou + cerca de 8kg de carga ficando no total com >13kg.

 

O caricato de tudo isto é que cada um ia com um objectivo diferente e com meios diferentes para concluir este mesmo objectivo.

O ND propôs-se a fazer apenas a ida para Lagos e regressar de comboio. O destino castigou-o duplamente, 1º logo aos 25km o shifter que actua nas mudanças de trás avariou tendo ficado apenas com possibilidade de trocar mudanças no pedaleiro. A segunda façanha, foi ter perdido o comboio Domingo em Lagos às 06:05 para regressar para a Qt. do Anjo e ter feito 50km até Tunes (depois de ter dito que Domingo não queria pedalar) e consequentemente ter ficado em Tunes até às 14h à espera do próximo Regional (lamentavelmente o único comboio bike-friendly).

 

Partimos (eu o JC e o ND) da Qt. do Anjo às 06:10 para apanhar o Ferry das 06:45 em Troia.

 

 

km's iniciais - a dahon do JC tem mt estilo!

 

 

Que magnifica luz do nascer do sol - até apetece :)

 

 

Museu do Arroz - Comporta

 

 

Porto Covo

 

Enquanto vai a direito ainda se puxa, a subir é que são elas...

 

Porto Covo

 

Porto Covo

 

Vila Nova Milfontes

 

Rogil - as maquinas

 

Rogil 43,5º

 

ND pediu um pit-stop em Bensafrim

 

JC em Bensafrim

 

Bensafrim ultima paragem faltam 8km

 

Os ultimos 8km estavam dificeis...

 

 A moderar a velocidade para entrar em Lagos :)

 

Finalmente em Lagos

 

 

O JC queria comprovar as qualidades da sua Dahon desdobrável com roda 20" e partiu apenas com o objectivo da ida para Lagos. Quando soube que eu tinha em mente regressar (não se tinha apercebido que eu queria ir e vir) puxou dos galões e deixar passar um desafio ao lado... fê-lo pensar por breves instantes, tendo optado por regressar também de bicicleta (para quem fez a Transportugal há um mês isto eram peanuts).

Eu queria mesmo era ir e vir, levei a bicicleta de estrada com a extra-wheel, mas aqueles 13kg extra com o desgaste do calor fizeram-me terminar o 1º dia desgastado. O que me valeu foi o ND aceitar trazer no comboio o extra-wheel e dessa forma só tive de o transportar na ida.

Para recuperar forças ainda fomos à piscina e depois jantar à adega da marina de Lagos um belo peixe.

 

No Domingo partimos de casa do JC às ~06:10

 

JC na sua Dahon em Porto Covo

 

Porto Covo

 

Ferry Troia-Setubal chegamos as 14h - Mais uma "missão" cumprida.

 

Totais dos 2 dias

 

Tirando um furo do JC a 25km de chegar a Lagos e o problema das mudanças do ND nada mais houve a assinalar de imprevistos.

O excessivo calor dificultou bastante, foram várias horas a pedalar com temperaturas nos 40º, tendo consumido para cada lado 7litros de água e 1l de coca-cola. Foram 8 litros de líquidos no total = 4litros aos 100km (é caso para dizer que um carro económico quase que gasta menos).

 

1º dia chegamos a Lagos pelas 16:30 com cerca de 2h de paragens. (chegamos a registar temperaturas de 43,5º)

2º dia chegamos a Troia às 14h com cerca de 1h de paragens (ultimas 3 horas de Porto Covo até Troia foram sempre entre 39º-40º).

 

Em 2010, fiz o meu record pessoal - maior distância percorrida num dia = 295km

Em 2011, mais um record pessoal - maior distância percorrida em 2 dias = 403km

 

O JC provavelmente bateu também o maior record das Dahon roda 20" = 403km

 

Até uma próxima!

RV



publicado por pedramarela às 11:22
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Domingo, 26 de Junho de 2011
Worl Naked Bike Ride_Lisboa 26 Jun 2011
 
"Se fosse até Cascais, tirava tudo !" - declarações do Marco à TVI.
 
 
Música : Miles Davis
 
 
 
FG

 



publicado por pedramarela às 20:35
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Terça-feira, 7 de Junho de 2011
Vo(l)ta BTT - Sintra 5 de Junho de 2011


publicado por pedramarela às 00:19
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