Terça-feira, 15 de Dezembro de 2009

GR70: Volta à ilha de Sintra

  

GR70: Volta à ilha de Sintra
11/Dez/2009
 
 
Para assinalar o regresso ao pedal do nosso “pedra” mais difícil de encontrar – o PF, fomos (eu, o PM e o próprio PF, aos quais se juntou mais à frente o meu amigo Luís) “passear” a Sintra. Foram 70 km relativamente suaves para alguns e algo exigentes para outros, mas sem grandes sobressaltos...
 
A saída de Barcarena foi às 8h00, com passagens pela Quinta da Estribeira, Cabra Figa, Tabaqueira, Autódromo, Atrozela, Pizão, Murches, Guincho.
 
Foi aqui no Guincho que o meu amigo Luís se juntou à comitiva. Apesar de ser um quase estreante nas lides das “bicicletas de alta montanha”, não hesitei em lhe proporcionar um dos melhores empenos da sua curta carreira betetística: a subida pelo fabuloso trilho da praia do Abano até ao cruzamento do Cabo da Roca (aquele que fazemos normalmente a descer). O amigo Luís chegou cá acima esbaforido (ao fim de 4 km já queria voltar para o carro, mas depois de alguns incentivos lá conseguiu superar o desafio e continuar viagem).
 
 
 
Ao chegarmos à estrada, decidimos (por unanimidade) fazer um verdadeiro passeio turístico por algumas das melhores paisagens culturais de Sintra, sempre por estrada: Pé da Serra, Colares, Monserrate, Palácio de Seteais, Quinta da Regaleira, Sintra (Centro Histórico) e subida até ao Castelo dos Mouros. Aqui fomos todos juntos num ritmo (relativamente) calmo mas sem paragens.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No cruzamento que separa as estradas de acesso ao Castelo e ao Convento dos Capuchos, o Luís deixou-nos para regressar ao Guincho.
 
 
 
 
Nós continuámos a subir mais umas centenas de metros até ao assalto final ao Castelo. Aqui fizemos a descida num das famosas rotas pedonais de Sintra, desfrutando das suas belíssimas paisagens (recordo que Sintra foi a primeira área classificada pela UNESCO, na Europa, em 1995, como Paissagem Cultural - Património da Humanidade).
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quando chegámos a São Pedro de Penaferrim e face ao adiantado da hora, decidimos já não subir para S. Eufémia. Seguimos então para o Linhó e regressamos a casa pelo trajecto habitual.
 
 
 
Em suma, foram 5 horas de “passeio” cultural e desportivo numa das 7 maravilhas de Portugal - Sintra. O que se quer mais? Só faltou mesmo as bifanas e as minis! 
 
JC       
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publicado por pedramarela às 01:19
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Grândola de novo - o melhor do BTT

Quem vê esta foto e conhece a Serra de Grândola, certamente reconhecerá um dos mais famosos single tracks do local, num dos muitos magníficos vales por onde podemos pedalar.

A Serra de Grândola é, sem dúvida, um dos mais belos locais para a prática do BTT em todo o nosso país.

 

 Graças à insistência do Marco (obrigados por isso, amigo!)  lá voltámos a estes fantásticos trilhos, desta vez com bom tempo e com a possibilidade de cumprir a totalidade do percurso previsto.

 

 

Este é o Tiago, um amigo que se juntou ao grupo de pedrAs, constituído por : Marco Messias, Carlos Pinto, Miguel Romão, Miguel Antunes, Rui Algarvio  e Fernando Godinho.

 

 

 

Aí está o nosso timoneiro, grande Marco, seguindo o seu GPS, onde corria o track gentilmente cedido pelo Rui Matias, a quem agradecemos e prestamos  homenagem pelo extraordinário percurso. É preciso conhecer muito bem a Serra e percorrer os seus trilhos durante muitos anos para conseguir desenhar um trilho destes. Para todos os participantes foi o seu recorde de single tracks. E que single tracks. Lindíssimos, percorrendo aquela paisagem típicamente mediterrânica que tanto nos agrada. 

 

 

 

O tempo esteve excelente, algum frio matinal, que rápidamente desapareceu; sol e ausência de vento durante todo o dia. 80km de BTT de primeira qualidade!

 

 

Eis o Miguel Romão com a sua nova Ibis Mojo. Eu, ele e o Miguel Antunes fizémos a viagem juntos, depois de algum atraso na partida de Porto Salvo, devido, entre outras coisas,  a um incidente de desobediência protagonizado pelo Pluto, o cachorro do Miguel....

Na rotunda à saída da auto-estrada encontrámo-nos com o Tiago e seguimos até ao complexo de piscinas de Grândola, onde já estavam os restantes companheiros.

O track tem início precisamente nesse local. 

 

O percurso é todo ciclável, excepto numa pequena rampa (foto) e constítuido por trilhos de vários tipos. Estreitos caminhos rurais, estradões mais modernos, travessia de ribeiras, e muitos, mas mesmo muitos single tracks, alguns dos quais serpenteando através de vales profundos ainda com pouca água, mas já bastante verdejantes, cheios de cogumelos e de medronhos. Maravilhoso!

 

 

 

A volta terminou já ao cair da noite (escurece cedo nesta altura do ano) e já com algum friozinho.... nada melhor, então, que um momento de reflexão sobre o pedalado, à volta de uma mesa com uma sopinha de feijão bem quente, umas bifanas e as respectivas imperiais e ainda umas fantásticas e gigantescas queijadas de requeijão que, de acordo com o dono do café, vieram de Alcácer-do-Sal. Grande terra e belos bolos.....

 

Aqui temos, em primeiro plano, o Miguel Antunes autor da maior parte das fotografias aqui presentes. Em segundo plano está o amigo Carlos Pinto, um dos dois portistas existentes a sul do Tejo e possuidor de uma bicicleta a que falta uma peça na suspensão da frente.

As outras fotos foram feitas pelo Miguel Romão, que brevemente irá mostrar mais algumas no seu blog pessoal.

Brevemente penso também colocar aqui um vídeo que fui fazendo ao longo da volta.

 

da esq p dir: Rui A, CarlosP, MarcoM, MiguelR, MiguelA, FernandoG, Tiago

 

VOLTAREMOS!!!!

 

Boas pedaladas (dessas e das outras)!

FG

 

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publicado por pedramarela às 22:14
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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Volta Calma na Arrábida

 

No feriado de oito de Dezembro, resolvi trocar o “vira o disco e toca o mesmo” das terças em “MonSSanto”, por uma voltinha na margem sul, lá para as bandas da Serra da Arrábida. No entanto, apesar da mudança de local, não mudei de bike, continuando a apostar na SS.

Não deixa de ser curioso que, quase a concluir um ano como feliz possuidor da minha Surly 1x1, já tenha pedalado mais vezes com ela na Arrábida do que em Sintra.

O convite partiu do Rui Valente e o objectivo seria fazer uma volta calma e não muito dura, juntamente com algum pessoal menos experiente nestas andanças. Estavam anunciados 60 km, dos quais cerca de 10 seriam feitos em alcatrão, para fugir ao previsível barro causado pelas fortes chuvadas dos últimos dias. O acumulado de subidas não andaria longe dos 1000 m.

Encontrei-me com o RV, junto da sua casa na Quinta do Anjo, donde partimos ao encontro do Rui Saleiro e de outros três amigos. Rumámos então, através da Serra de S. Francisco, até ao Moinho do Cuco, onde iríamos apanhar o Vlad mais três parceiros.

 

 

 

 

Cada maluco tem a sua mania: uns pedalam, outros fazem macumbas.

 

 

 

 

 

 

Já com o grupo completo, fizemos a descida do fim do mundo, passámos no parque de campismo de Picheleiros, nos Casais da Serra e fomos dar umas voltas na zona do Risco (mas sem subir a pedreira).

 

 

 

O ambiente era descontraído e o andamento calmo. Faziam-se algumas paragens para o pessoal comer uma barrita e recuperar o fôlego. Alguns aproveitavam para ir aos medronhos. Os pisos, tirando uma ou outra poça maior, não apresentavam muita lama, sendo a progressão no terreno fácil.

 

 

 

 

 

 

 

 

A partir daqui estava previsto seguirmos por estrada até ao Outão, passando pelo Portinho e pela Figueirinha. E foi o que fizemos. Apesar do alcatrão, vale sempre a pena fazer este caminho, pelas magníficas vistas que proporciona.

 

 

 

 

 

Passado o vale da Rasca, subimos um single com uma inclinação já assinalável e que tinha algum barro que nos dificultou um pouco a vida (especialmente a mim, que me vi grego para subir aquilo em força). Seguiu-se um dos pontos altos da volta, a descida do chamado trilho maravilha. Este fez jus ao nome, já que é um single técnico, por meio de densa vegetação, muito divertido de fazer. Algum barro escorregadio ainda veio animar mais a coisa e a obrigar a algumas saídas pouco airosas em direcção ao mato.

 

 

 

 

 

 

 

 

Aqui o grupo já estava mais reduzido, pois alguns dos pedalantes foram atalhando para casa. Uns por falta de tempo, outros por falta de fôlego. Os resistentes subiram ainda ao Cabeço do Zimbral, passaram no estradão das oliveiras e fizeram a última dificuldade do dia, uma subida que nos levou até Cabanas. Daí foi só descer o estradão do Vale de Alhos, que nos levou ao ponto de partida.

 

 

Foi uma manhã de terça diferente e bastante agradável. O RV, que quando vamos à Arrábida, faz questão de escolher as subidas mais escabrosas lá da zona, desta vez brindou-nos com um percurso mais “soft”, a permitir uma volta mais descontraída. De vez em quando também sabe bem algo mais calmo. Não convém é habituarmo-nos.

 

PM

 

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publicado por pedramarela às 19:48
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Vídeo em Sintra

Este também já é velhinho, mas também fica disponível aqui no Blog.

 

 

Boas pedaladas (dessas e das outras)

FG

música: Lynyrd Skynyrd "Sweet Home Alabama"

publicado por pedramarela às 01:28
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Video SS Monsanto

Já foi há uns meses, mas fica aí o vídeo feito em duas voltas SS em Monsanto (Lx).

 

 

 

Boas pedaladas (dessas e das outras)!

FG

 

 

música: George Thorogood "Bad to the Bone"

publicado por pedramarela às 01:15
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Quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Colecção pedrAmarela - Novo Cromo

 

Já foi colado na nossa caderneta um novo cromo da colecção pedrAmarela. Dá pelo nome de Rui Algarvio e é o feliz possuidor duma notável colecção de bikes, todas com montagens a atirar para o alternativo. Nestas, evidenciam-se os quadros rígidos em aço, de marcas algo exóticas (Voodoo, NS Bikes, Diallded Bikes, On-One  e Sobre), os travões de disco mecânicos e as transmissões minimalistas (vulgo single-speed e outras cenas com menos peças do que é costume).
Que o aço se mantenha muitos anos sem oxidar, é o que lhe desejamos.
 
PM

 


publicado por pedramarela às 21:56
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Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

1º de Dezembro na Serra de Grândola

 

 

Depois de uma primeira tentativa no Domingo passado, na qual os intervenientes nem conseguiram pôr as bikes em cima do carro, tal era a carga de água, concretizou-se no feriado do primeiro de Dezembro uma nova incursão à serra de Grândola.

Desta vez, dado que não se esperava chuva forte, resolvi juntar-me ao grupo inicial, que era constituído pelo Marco Messias (o ideólogo da volta), pelo Carlos Pinto e pelo Mário (novo recruta, oriundo da estrada e que se aguentou muito bem).

O objectivo era seguir um track marcado pelo Rui Matias, com cerca de 76 km e que dava pelo nome de “singletracks Grândola 2008”. Algo parecido com o que já tínhamos feito em Junho de 2007 com um grupo maior, tendo então por guia o próprio autor do track.

 

Mário, MM, CP e PM

 

Arrancámos junto às piscinas de Grândola, ainda não eram nove horas. Apesar do céu nublado, não se previa chuva e os trilhos pareciam em bom estado.

 

 

 

Uma das muitas vedações a transpôr

 

 

 

                          O meu indica para a esquerda...

 

                           ...e o meu para a direita.

 

A navegação iria ser feita pelo MM e pelo CP. Esta não foi muito fácil, pois o terreno é bastante fechado, os trilhos são sinuosos, variados e muito perto uns dos outros, tornando difícil perceber qual deles seguir. Por outro lado, alguns trilhos eram pouco visíveis ou tinham sido lavrados recentemente. Tudo isto levou a algumas hesitações e enganos. Diga-se que a quantidade de vedações, cujas cancelas é necessário abrir e voltar a fechar, também chateia um bocado. Mas lá fomos avançando, sem pressas. Não tínhamos horários a cumprir, pelo que só estávamos preocupados em gozar estes excelentes trilhos e paisagens, num ambiente de boa disposição.

 

 

 

 

 

                            Habitante local

 

Apesar das chuvadas dos últimos dias, o terreno apresentava-se em bastante bom estado e praticamente sem lama, estando as ribeiras com muito pouca água. A serra estava magnífica. Viçosa, cheia de verde e de cogumelos. A paisagem era dominada pelo costumeiro e constante sobe e desce, no qual os vales profundos, onde correm inúmeras ribeiras, alternam com subidas, mais ou menos longas e mais ou menos difíceis, que nos levam ao cimo de montes, onde ocasionalmente surge uma ou outra habitação dispersa. A vegetação é abundante e essencialmente constituída por sobreiros, azinheiras, medronheiros e outras árvores e arbustos típicos deste micro clima. Ocasionalmente, por entre a vegetação, avista-se o mar e a praia de Melides.

 

                        Marco no alto do Marco Geodésico da Atalaia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com vinte e poucos quilómetros percorridos, ainda nem tínhamos pois feito metade do percurso, começa a cair uma chuvinha miudinha. Esta, inicialmente não constituía nenhum problema, mas, pouco a pouco, foi engrossando, puxada por vento de Sul, tornando-se preocupante. Vestimos os impermeáveis e abrigámo-nos num curral em ruínas para ver como evoluía a situação. Infelizmente a chuva “agarrou” mesmo e não se vislumbrava possibilidade do tempo abrir. Dado que ainda faltavam bastantes quilómetros, num percurso nada fácil, e dado que aquilo era um passeio para desfrutar e não uma maratona para nos martirizarmos, optámos por uma retirada estratégica. Descemos então a serra toda por estrada, debaixo de chuva, até Grândola. E o que nós desejámos que aquilo fosse a subir. É que o raio da descida nunca mais acabava e já estávamos bem ensopados e enregelados. O que vale é que não perdemos  a boa disposição e lá nos fomos animando mutuamente com algumas larachas.

 

 

 Preparativos para a chuva

 

 Nos curros, a ver se a chuva passa

 

Depois de adiado, o passeio ficou agora inacabado. Parece que esta serra não quer nada connosco. Mas não perde pela demora. Havemos de lá voltar numa próxima oportunidade para percorrer todos os metros deste enguiçado track.

 

PM

 

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publicado por pedramarela às 20:27
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

Got my MOJO workin'

 

Or aí está a nova "bomba" do Miguel Romão !

Ibis Mojo - com um quadro em carbono que é uma autêntica escultura! Linda de morrer!

 

A estreia da nova máquina foi feita, como é evidente, nos belos trilhos da Serra de Sintra.

Com chuva e lama logo nos primeiros km, pode dizer-se que foi um baptismo à maneira...

 

O Rui Algarvio também apareceu com uma nova montada, aquilo a que se pode chamar uma "clássica-moderna" :

 

Anda tudo a adquirir novas máquinas.... ficamos agora à espera de uma famosa estradista também recentemente estreada....JEPAS !!!!! Queremos fotos e uma síntese das primeiras impressões!

 

Podem ler as opiniões do Miguel e ver mais fotos em:

http://omeuadmiravelcantinho.blogspot.com/2009/11/batibismo.html

 

Boas pedaladas (dessas e das outras)

FG

 

música: http://www.youtube.com/watch?v=k4uq8jPZ4gs&feature=related

publicado por pedramarela às 20:48
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