Quinta-feira, 26 de Abril de 2012

25 de Abril à Chuva

     Como por enquanto o 25 de Abril ainda é feriado, lá fomos comemorar a data dando umas valentes pedaladas, com passagem pela Serra da Carregueira, Caneças, Serra de Monfirre, Almargem e Belas. Presentes, para além dos três pedras de serviço (JC, MA e PM), três convidados especiais que vieram abrilhantar esta volta e que esperamos que apareçam mais vezes. Presente também esteve a chuva, que caiu a partiu do meio da manhã, mas que acabou por não nos limitar muito.

 

Serra da Chã, Caneças.

 

 

 

Miguel Suarez com umas rodas maiores que o habitual

 

Outro dos convidados, vindo da Terra da Vera Cruz.

 

 

Descendo para A-dos-Cãos

 

 

 

 

 

O Pedro, o terceiro convidado

 

 

 

Final da manhosa subida que nos leva até Bolores

 

Pedalando ao longo do Parque Eólico de Bolores

 

Serra de Monfirre

 

 

 

 

Alguns problemas mecânicos...

 

...logo aproveitados para o pessoal "dar ao serrote". Bem boas aquelas broas.

 

Descendo a serra debaixo de chuva

 

     PM


publicado por pedramarela às 00:54
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Domingo, 24 de Outubro de 2010

De Volta a Caneças - 24-10-10

     Fomos poucos mas bons (FG, PM e RA), aqueles que hoje voltámos a Caneças para mais uma rija volta. Desta vez sem carraças, mas com alguns trilhos novos que, como sempre, o RA faz questão de cuidadosamente escolher de entre aqueles que têm pisos mais manhosos (regos, calhaus, terrenos lavrados, tojo, subidas inclinadíssimas, descidas escabrosas, cães ferozes e outros atractivos). Estraga-nos com mimos.

     Partindo de Caneças (eu e o RA vindos a pedalar de casa), passagem por A-dos-Cães, Monfirre, Godinheira, Monte Rebolo, Almargem do Bispo e Almornos.

     E foi neste ambiente de BTT puro e duríssimo, e em amena cavaqueira, que a minha boa e fiel SS (Surly 1x1) pôde celebrar a ultrapassagem dos 6000 km, não tendo ainda completado dois anos de vida.

     Grande volta. Os que ficaram em casa sabem com certeza o que perderam.

O ideólogo da volta, na sua bela (e discreta) Voodoo.

Na base do Penedo do Gato.

O paraiso para os apreciadores de salada.

A-dos-Cães.

A agrura dos pisos.

Serra de Monfirre.

De volta a casa.

Chegada a Almargem do Bispo. Monte Rebolo em fundo.

 

     PM

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publicado por pedramarela às 22:10
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Volta Lili Caneças, Versão Carraçaria 06-06-10

O e-mail do Rui Algarvio a convocar as hostes para a voltinha de Domingo rezava o seguinte: “Pessoal, depois de um Inverno chuvoso, uma Primavera com os pastos bem altos. Aqui fica o desafio, para quem quiser passar uma manhã rodeado de carraças, percorrer 40km de trilhos técnicos, sinuosos e com 1300 de acumulado. Próximo Domingo na igreja de Caneças, pelas 8h15”. Sem dúvida palavras “animadoras”. Mas como a malta quer é pedalar, a zona é interessante e o Rui ainda prometia algumas surpresas, lá resolvi comparecer.

Como de costuma, arranquei de casa a pedalar e de single-speed. Ainda tentei aliciar os outros possuidores de bikes sem mudanças a também levarem as deles, mas, também como de costume, fiquei a falar para o boneco. Ah e tal, que o terreno era duro, que tinha muita subida, enfim, a mesma ladainha de sempre.

E realmente, já fiz esta voltinha duas vezes e posso confirmar que não é pêra doce. O piso é bastante agreste e algumas rampas são bem difíceis (para não dizer quase impossíveis) de fazer sem mudanças (ou mesmo com).

Após doze quilómetros, maioritariamente em subida e com vento moderado de frente, que me levaram 45 minutos a pedalar, lá cheguei à igreja de Caneças. Estavam presentes o Rui, o Nuno Diniz, o Fernando Godinho, o Marco Messias e o Carlos Pinto (os dois primeiros também tinham vindo a pedalar de casa).

8h30, junto à igreja de Caneças.

Saímos de Caneças logo a subir por um eucaliptal na Serra das Sardinhas, que nos havia também depois de servir de caminho no regresso.

Vamos subindo e descendo, ora por estradão, ora por estrada, em direcção à Serra da Chã. Aqui, nas traseiras de umas casas, pudemos admirar uma “aparição” da Nª Sra. de Fátima, que se encontrava na base de uma enorme cruz luminosa.

Nª Sra. de Fátima nos livre das carraças e da tentação de trazer as SS.

Após o alto de Montemor, perto da povoação com o mesmo nome e do túnel da CREL, começa a primeira variação desta volta. Em vez de nos dirigirmos para A-dos-Cães, seguimos em direcção a A-dos-Calvos, fazendo uma linda, escabrosa e trialeira descida, com passagem perto do Penedo do Gato. A falta de suspensão começou a fazer-se sentir. Mas nada que não se resolvesse com um andamento mais lento ou com um ocasional apear.

"Eh malta, estávamos bem arranjados se tivessemos ido na conversa do PM e trazido as SS, não acham?"

Início de descida técnica, com o Penedo do Gato à esquerda.

Fazemos bailes, casamentos, baptizados...

Chegados a A-dos-Calvos, atravessamos uma ponte sobre a Ribeira de Pinheiro de Loures e entramos na estrada perto do Tojalinho. Umas centenas de metros à frente, saímos directamente para uma mata de sobreiro, que nos fez logo lembrar a saudosa Serra de Grândola.

Pequeno bosque após A-dos-Calvos.

Passada a povoação de Moininhos, aproximamo-nos da subida mais tramada desta volta. Desta vez entrámos nela por um caminho diferente, mas venha o diabo e escolha. Se o anterior era muito inclinado e com gravilha a dificultar a tracção, este era muito inclinado e coberto de calhaus. Piso pouco dado a 32x18 e a forquetas rígidas. Mas parece que a malta das molas e dos desviadores também não se deu muito bem. A parte final voltava ao caminho original e, sem deixar de ser difícil, já tinha um piso mais ciclável.

MM e FG brincando com as pedrinhas.

"Oh Rui, com um bocado de jeito, para a próxima ainda consegues arranjar um caminho pior que este!"

CP no final da subida.

"Isto depois da GR 22, é para meninos!"

Não era só a vista que era boa, o empeno também não era nada mau.

Junto da Quinta da Boa Vista, fazemos uma breve paragem para acalmar os pulmões e comer qualquer coisita e continuamos a subir, passando pela povoação de Bolores, até ao parque eólico de Migarrinhos.

MM à saída de Bolores.

1ª eólica.

Monte Funchal ao fundo.

Parque eólico de Migarrinhos.

Passadas as eólicas, descemos até à base da Serra de Monfirre. É uma zona mais fechada, com eucalipto e outra vegetação. A subida desta serra começou com umas pequenas rampas técnicas e continuou depois com um declive suave, sempre no meio de abundante arvoredo. Saimos da serra com uma descida que, após Covas de Ferro, era bem manhosa, com regos, pedras, alguma água à mistura e que nos levou até Monfirre.

Pequena rampa técnica.

Serra de Monfirre.

Atravessada a estrada que liga a Negrais, entramos num vale, do qual saímos, após atravessarmos a ribeira do Rogel, por mais uma subida tramada e técnica. Seguiu-se uma zona de planalto em campo aberto, na qual passamos perto de S. Estevão da Galés.

Vale por onde corre a Ribeira do Rogel.

Reagrupamento após a subida.

Zona de planalto.

Descemos até à estrada municipal 539, que atravessamos, e vemo-nos a pedalar em cima da ribeira da Alagoa (felizmente seca neste troço pedregoso). Desviamo-nos ligeiramente do leito da ribeira, para um trilho cheio de vegetação.

Cá estávamos no agora denominado trilho das carraças. Este seguia ao lado da ribeira e estava coberto por ervas altas, onde, emboscadas, aguardavam a nossa passagem as ditas cujas. E não faltou muito para ser necessário a primeira paragem para as catar. Ninguém escapou ao ataque. Estavam nas pernas, nos braços, em todas as partes com que roçássemos na densa vegetação que cresceu após este Inverno chuvoso. Só mesmo o BTT para nos proporcionar um contacto tão íntimo com a fauna local. 

Esta paragem foi também aproveitada para novo reforço alimentar (nosso e das carraças).

Enquanto nos alimentávamos ...

... iamos também servindo de alimento.

Com algumas paragens pelo meio para nos catarmos, continuamos a seguir o trilho, que diga-se de passagem é bastante ermo e bonito, mas desta vez com vontade de sair dali o mais rapidamente possível.

"Fujem, quelas andem aí".

Panorâmica do trilho das carraças.

Finalmente, após transpormos novamente a ribeira, já relativamente perto da Serra do Funchal, deixamos para trás os singles e entramos de novo em caminhos mais largos. Fazemos uma última inspecção ao corpinho e dirigimo-nos para a Godinheira.

Estávamos agora em terreno já bem conhecido, das nossas habituais voltinhas a partir da Serra da Carregueira.

Passamos por Sta. Eulália, pela rua do Poço do Musgo e, após a pedreira, entramos num dos singles mais característicos desta volta. É um trilho pedregoso, que segue pelo meio de um denso carrascal e que nos conduzirá, após uma subida final, até ao monte Rebolo. Do alto deste monte tem-se uma ampla vista para o Vale da Calada e para a Serra de Sintra.

ND no trilho após a pedreira de Sta. Eulália.

CP apresentou-se em grande forma neste passeio.

MM "dá" uma mãozinha ao tractor. Monte Rebolo à esquerda. Vale da Calada e Serra de Sintra à direita.

Subindo o Rebolo, em direcção a Almargem.

Descido o Rebolo, atravessamos Almargem do Bispo, da qual saímos pelos estradões ao longo dos quais está implantado mais um parque eólico. Passamos junto ao parque de campismo de Almornos e seguimos por estrada até Dª Maria.

A parte final da volta faz-se descendo o eucaliptal que tínhamos subido no início. Passamos ainda por um dos arcos do aqueduto e voltamos a Caneças.

Eu o Nuno e o Rui ainda tivemos de voltar para casa a pedalar. Mas, pelo menos para mim, a coisa agora era mais fácil, já que a tendência era mais de descida.

Acabei por fazer 65 km, com 1500 m de acumulado de subidas.

Mais uma vez um agradecimento ao Rui por desbravar e partilhar connosco estes duros mas interessantes trilhos. Para a próxima, solicitamos é que proceda à prévia descarracização dos mesmos.

"Cheguem-se para lá moços, que ainda me enchem de carraças a roupa lavada!!!"

 

PM

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publicado por pedramarela às 10:16
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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

Balanço do Mês de Fevereiro

 

 

Quando ouço certo pessoal queixar-se que este Inverno está a ser muito rigoroso e que já não pedala há um mês por causa da chuva e do frio, não posso deixar de achar alguma graça.

É verdade que o Inverno está a ser tramado. Frio, chuva, vento e lama não têm faltado. Mas fazendo o balanço do mês de Fevereiro, constato que fiz todas as minhas saídas de BTT previstas, tendo sido raríssimos os dias em que apanhei muito frio ou chuva.

Podem dizer que tive sorte e que muitas das vezes arrisquei-me a levar com umas valentes cargas de água em cima. É verdade, mas quem não arrisca não petisca. Podem dizer que não é muito agradável pedalar com este tempo incerto e com os trilhos todos molhados e enlameados. Também pode ser verdade, mas só custa arrancar. Depois de aquecer, após ser ultrapassada a barreira psicológica das primeiras aragens frias, dos primeiros salpicos e das primeiras poças de lama, encontramos o nosso ritmo e a coisa até é divertida. Especialmente com a dose certa de motivação e com a roupa adequada. Podem ainda argumentar que andar com esta lama toda dá cabo do material. Não deixa de ser verdade, mas podemos sempre fazer algumas adaptações aos percursos a utilizar, escolhendo aqueles que criam menos lama (tipo Sintra), ou então optar por utilizar a bicicleta mais adaptada e divertida para estes pisos pesados, que como já devem ter adivinhado é a single-speed.

Em Fevereiro fiz 12 saídas de BTT, nas quais percorri 705 km. Pedalei durante 44 horas, das quais só em 15 minutos é que apanhei chuva da grossa. E porque quis. Só no Domingo de Carnaval é que esteve mesmo frio.

Pedalei 5 vezes no Estádio Nacional (zona de lama), 1 vez em Monsanto (zona de lama), 1 vez em Caneças (zona de lama), 1 vez na Carregueira (zona de lama) e 4 vezes e Sintra (zona que cria pouca lama).

Dois terços destas saídas foram feitas a solo. Dois terços destas saídas foram feitas de single-speed, a melhor amiga da água e da lama.

Espero que durante o mês de Março possa manter este ritmo de treino, ou mesmo aumentá-lo, já que a primeira etapa do Geo-Raid (S. Pedro do Sul) é já no início de Abril.

Nesta semana, onde pedalei duas vezes no Estádio e uma em Sintra, apanhei com a primeira grande carga de água na cabeça.

Na terça-feira, vinha eu do Estádio todo contente e enlameado, onde tinha arrasado com os trilhos todos, quando, após passar o túnel da Cruz Quebrada, reparo que o tempo estava com muito mau aspecto na direcção de Carcavelos. Começa então a cair uma chuva forte puxada a vento. Podia ter-me abrigado no túnel, mas optei por continuar. Foram cerca de quinze minutos até Laveiras, contra o vento e debaixo de chuva torrencial. O que vale é que não estava frio e sempre deu para lavar a bike (e a mim).

Sexta-feira foi dia da volta das subidas em Sintra, arrancando a pedalar de casa. O tempo esteve óptimo. Desta vez tive a companhia do Jorge Caiado e do Nuno Diniz. O JC, apesar de estar a treinar mais corrida, aguentou-se bem como de costume. Já o Nuno, não tem feito o trabalho de casa e teve alguns problemas (leia-se empeno). A última vez que o tinha visto assim (tipo zombie) foi quando da sua entrada naquele café em Sintra, durante a realização do saudoso S3K. Mas o que interessa é que saiu do conforto dos lençóis e foi pedalar. E o resto é conversa.

Hoje, fiz mais uma incursão ao Estádio. Apesar do dia ter amanhecido sequinho, o Windguru dava 1 mm de chuva para as 9h00 e o dobro para o meio dia. Estava eu todo equipadinho a tomar o pequeno-almoço, quando, às 8h20, começa a trovejar e a chover com força. Só lá para as 9h00 é que parou de chover e arranquei. Escusado será dizer que o Estádio estava um enorme lamaçal. Mas, como sempre, foi divertido e a SS esteve como peixe na água. Até consegui bater o meu record de média para esta volta, ultrapassando a mítica barreira dos 18 km/hora. Tinha acabado de chegar a casa, às 12h00 em ponto, começa a chover. Mais precisão do que isto é impossível.

 

 

A título de curiosidade, ontem retomei as minhas corridas na praia (as do monte nunca as deixei). E não podia ter escolhido melhor dia. Alerta laranja, a marginal cortada por causa das vagas que a invadiam e uma ventania ciclónica. Carcavelos estava toda branca, da espuma que era espalhada pelo vento. Coisas destas não se vêm no ginásio.

 

PM

 


publicado por pedramarela às 21:05
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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Volta "Lili Caneças"

foto Pedro Mateus

No passado dia 1 de Novembro fizemos uma excelente volta na zona saloia. 17 participantes, entre os quais duas senhoras! Foram 30 e tal km guiados pelo nosso paciente e disponível amigo Rui Algarvio. Obrigado a ele e a todos os betetistas presentes.

Podem ver fotos no Blog do Miguel  ou fazer o download das que o Pedro tirou em http://rapidshare.com/files/304552800/images.exe.html

Boas pedaladas (dessas e das outras)!

(FG)

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publicado por pedramarela às 00:53
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